TUDO A FAVOR

Ano passado, foram vendidos cerca de 100 mil tablets no Brasil e a expectativa para 2011 é que esse número triplique. Tudo indica que o objetivo será atingido: iniciativas do governo federal e de concorrentes da Apple contribuem para deixar o cenário ainda mais otimista.

No Congresso Nacional, circulam discussões sobre a implementação de incentivos fiscais e de políticas que atraiam a produção local dos tablets, bem como tecnologia e investimentos. A presidente Dilma Rousseff participa das conversas e acredita no benefício das ações para a população, como geração de empregos e mais acesso à informação.

Por sua vez, as empresas que concorrem com a gigante de Steve Jobs planejam lançar produtos mais competitivos e defendem a inclusão dos tablets na chamada Lei do Bem, que beneficia tributariamente alguns aparelhos de informática, isentando-os de impostos como o Confins e o PIS (equivalentes a 9,5% do valor do produto).

Paulo Bernardo, Ministro das Comunicações, dá boas notícias sobre o assunto: “O esforço é para a aprovação. Sobre prazos, o governo tem de agir com prudência, não dá para falar que ele será aprovado “até o final de abril”, porque aí não sai e aí viramos manchete: ‘Governo não cumpre prazo’. Mas acho que ‘em algumas semanas’ é uma resposta possível”, disse ele, em entrevista a Murilo Roncolato, para o Estadão.

 

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